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Boa Tarde, caro visitante!
Agora Você vai me conhcer Bem melhor nesse link:
Copie e cole na barra de endereços ou Vá no link dos blog favoritos, Espaço Zero.
http://justinzero.blogspot.com/
Venho informar, que o Espeço Zero acaba de Mudar seu comportamento! E Despedindo-me do domínio Terra, estou me instalando no Domínio Blogspot!
Com o bom e velho jeito de ser, com todos os parceiros preservados e sites tbm, além de lagumas mudanças de comportamento, postando novas coisa com novos jeitos...
Se vc ainda esá conhecendo o Espaço Zero, pode ir Direto para o novo espaço zero, lá tem todas os melhores post de Cinema, além dos Dez ultimos posts deste domínio...
Peço, por favor, ainda a todos que me tem linkado em seus blogs, que me linkem com o novo domínio, dez vezes melhorado...hehehe
Abraços e Beijos!
Atenciosamente: Zero

criado por Zero
15:33:39Em algum lugar do passado existe uma história a ser eternamente lembrada, eternamente comentada e eternamente vivida.
É que a Equilibrista descobre que o coração do Palhaço era tomado pelas sombras, e o Palhaço descobre no coração da equilibrista um equilíbrio tão autêntico quanto seu espetáculo, um coração sério, amoroso e gentil.
E quando o coração do Palhaço havia se tornado apenas luz, e seus lábios com o da Equilibrista apenas um. Se descobriu a maldade no coração do Mágico. Este foi o que embebedou o Palhaço antes de seu espetáculo, para supostamente lhe ver feliz.
Mas ao contrario, o Palhaço viu em seu espetáculo o rosto puro de uma criança se tornar infeliz. A Equilibrista arrasada se desequilibrou, dentre a multidão um mágico lhe foi gentil. E jamais houve romance entre o Palhaço e a Equilibrista. Pois, o Palhaço usou seus lenços coloridos, uns amarrados em outros, para uma outra coisa...
Hugo Dalmon
Novembro.2006

criado por Zero
23:39:59“A Noite na Floresta”
***
Quando a lua brilhava de preto devido à nuvem sombria que lhe cobria
a beleza tão comentada. O homem da escuridão agarrou a mão daquela singela mulher que se vestia como camponesa e corria aflita com o terror em seu rosto estampado. Um silencio se fazia espatifado pelo tão longe uivo macabro de um lobo, a única coisa que acompanhava a mulher eram seus pensamentos atribulados. Quando a mulher caiu de bruços no chão sentiu o peso tão suave da mão de um ser que não lhe era conhecido, ao sentir o ser virando seu corpo, virou o rosto ligeiramente e pode sentir o cheiro ruim de cebola vindo da boca do patético monstro e disse:
- Que diabo é isso George?! Não costuma escovar os dentes antes de vir gravar?!
- CORTA! ...
***
Hugo Dalmon.

criado por Zero
18:58:50
criado por Zero
23:06:03 Houve uma vez, em que não me recordo se foi no futuro ou se foi no passado. Mas, sei que houve uma vez, que uma linda garota que entre a inocência da infância e a sensualidade da adolescência se encontrava, era sempre vista furtando do dinheiro de seus avôs e sempre embolsando tudo, ela que era mesquinha, também era má e só pensava no dia em que teria o mundo em sua sola.
Uma vez lhe contaram inocentemente que do outro lado do arco-íris haviam duendes que tomavam conta de recheados potes de ouro. Angélica com os olhos brilhantes e vivos encostou a testa na vidraça e olhou para além do arco-íris. Mas logo um sorriso sarcástico brotou na lateral do seu rosto.
Um dia ela insistiu tanto, mas tanto, que foi para muito além do arco-íris. Lá onde lhe fantasiaram como um lindo lugar, Angélica viu duendes estereotipo, mas com a face coberta de tristeza, eles ficavam sentados estáticos sobre os pote de ouro, hora ou outra bocejavam.
Angélica correu feliz e sorridente para a direção de um dos duendes, e disse com seca e fria arrogância: - Cheguei aqui, quero o meu pote de ouro, pra poder, enfim, começar o meu império, sobre um colchão forrado com pele de urso polar! 
O duende sem cólera disse: Fique, fique! De que me adianta tanto dinheiro, se de nada tenho amor?!
Angélica ridicularizou o duende afirmando não precisar de amor para ser feliz. Mas, numa quarta-feira, onde já era finalmente mulher, Angélica descia as escadas de tapete vermelho da sua mansão, acariciando o corrimão com suas mão cobertas de jóias raras e o pescoço rebuscado por vários colares. Ao ver o brilho de um diamante em sua mão, pensou: "pra que me serve tudo isso, se não há uma só pessoa que eu ame dentro dessa casa?!"
A mulher fina e elegante se sentou estática num dos degraus, e com o rosto coberto de tristeza, hora ou outra bocejava.
H.D. Nov.2006

criado por Zero
23:13:25