07.02.08
Vaidade: Meu pecado favorito!
Se dos amores sinceros que senti e declarei
Apenas a desilusão e os ressentimentos carreguei
E dos vícios do passado apenas a má estética consegui,
Assim, como de algumas pessoas que ajudei
Apenas um punhal afiado recebi
Por entre as costelas que sozinho consegui,
E ainda, entre a grama fresca e farta
Que ao longe parecia fofa e macia
Apenas carrapatos e chagas me feriram,
Para que se preocupar com sentimentos de amor que os filmes sugeriram?!
O amor maior é provado ao comprar sapatos,
Ou ao passar minutos arrumando o cabelo
E deixar de lado o compromisso.
Por que o importante é estar bonito
E ouvir sugestões dos olhos das ruas
Que dizem que você é quase tudo.
O que importa é você e sua história.
É a beleza que jorra entre seu corpo e suas experiências majestosas.
Hugo Dalmon.